Acerca de mim
- Miguel Martins
- Vila Nova de Gaia, Porto, Portugal
- Sou alguém que por vezes não sei quem sou, o que sei é que sinto uma paz imensa quando estou a fotografar.
terça-feira, 20 de julho de 2010
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Joaninhas
Joaninha é o nome popular dos insectos coleópteros da família Coccinellidae. Os cocinelídeos possuem corpo semi-esférico, cabeça pequena, 6 patas muito curtas e asas membranosas muito desenvolvidas, protegidas por uma carapaça quitinosa que geralmente apresenta cores vistosas. Podem medir de 1 até 10 milímetros, vivendo até 180 dias. Como os demais coleópteros, passam por uma metamorfose completa durantes seu desenvolvimento; seus ovos eclodem em 1 semana e o estágio larval é de 3 semanas, durante o qual o inseto já apresenta a mesma alimentação do adulto (imago). As larvas, geralmente, tem corpo achatado e longo, com tubérculos ou espinhos e faixas coloridas ao seu longo. Possui duas antenas que servem para sentir o cheiro e o gosto. Há cerca de 4500 espécies na família, distribuídas por 350 gêneros, distinguíveis pelos padrões de cores e pintas da carapaça.
As joaninhas são predadores no mundo dos insectos e alimentam-se de afídeos, moscas da fruta, pulgôes, piolhos da folha e outros tipos de insectos, a maioria deles nocivos para as plantas. Uma vez que a maioria das suas presas causa estragos às colheitas e plantações, as joaninhas são consideradas benéficas pelos agricultores. Apesar da grande utilidade, estes insetos sofrem ameaça dos agrotóxicos utilizados pelos agricultores em suas plantações, embora a maioria das espécies não seja considerada como ameaçadas.
terça-feira, 4 de maio de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
Vespa parasitária - Sphecidae ( nome ciêntifico )
Estes seres vivos são muito importantes no que respeita ao controlo populacional de muitos insectos, que, sem os icneumonídeos, se transformariam numa praga de números incalculáveis.
Desconheço o nome da espécie a que pertence o icneumonídeo da foto, apesar de ser muito comum.
Aqui já tinha começado a fazer o buraco no qual iria depositar a presa paralisada, mas sempre desconfiada a olhar pra mim.
Sempre a trabalhar e a limpar o buraco.
Sphecidae (Latreille, 1802) é uma família cosmopolita de vespas que inclui as vespas-cavadoras e outros tipos de espécies familiares. Estima-se que haja mais de 700 espécies em todo o mundo.
Geralmente de cor escura, algumas com reflexos metálicos ou com cores brilhantes, medem de 2 a 40mm. Seu abdómen é grande e com um pecíolo ou uma fina cintura. Diferenciam-se das abelhas nas quais os pêlos são simples e não ramificados.
A taxonomia dessa família sofreu profundas mudanças. Crabronidae que fazia parte dela, é agora considerada uma família separada.
A biologia das vespas Sphecidae é muito variada, sendo que a grande maioria é solitária. Muitas fazem seus ninhos em buracos no chão ou utilizam cavidades pré-existentes, enquanto que outras os constroem em ramos com lama ou ainda, em alguns casos, com resina. Todas são predadoras.
Cada espécie costuma ser especializada em um determinado tipo de presa, geralmente insectos ou aranhas. A maioria paralisa a presa e nela põe seus ovos, sem mais cuidados. Algumas poucas espécies continuam a alimentar as larvas durante o desenvolvimento.
Vespa parasitóide
O exemplar da foto pertence a uma espécie que é parasitóide de lagartas de borboletas nocturnas. A fêmea quando localiza a lagarta, introduz no seu interior um único ovo. A larva do icneumonídeo vai se alimentar da presa quando esta está na fase de crisálida, depois só resta transformar-se num adulto e repetir o ciclo novamente.
Estes seres vivos são muito importantes no que respeita ao controlo populacional de muitos insectos, que, sem os icneumonídeos, se transformariam numa praga de números incalculáveis.
Desconheço o nome da espécie a que pertence o icneumonídeo da foto, apesar de ser muito comum.
Aqui está um vídeo que representa isso mesmo:
sábado, 3 de abril de 2010
A palavra Fotografia vem do grego φως [fós] ("luz"), e γραφις [grafis] ("estilo", "pincel") ou γραφη grafê, e significa "desenhar com luz"..[1]
Por definição,[2] fotografia é, essencialmente, a técnica de criação de imagens por meio de exposição luminosa, fixando esta em uma superfície sensível.[3] A primeira fotografia reconhecida remonta ao ano de 1826 e é atribuída ao francês Joseph Nicéphore Niépce. Contudo, a invenção da fotografia não é obra de um só autor, mas um processo de acumulo de avanços por parte de muitas pessoas, trabalhando juntas ou em paralelo ao longo de muitos anos. Se por um lado os princípios fundamentais da fotografia se estabeleceram há décadas e, desde a introdução do filme fotográfico colorido, quase não sofreram mudanças, por outro, os avanços tecnológicos têm sistematicamente possibilitado melhorias na qualidade das imagens produzidas, agilização das etapas do processo de produção e a redução de custos, popularizando o uso da fotografia.
Actualmente, a introdução da tecnologia digital tem modificado drasticamente os paradigmas que norteiam o mundo da fotografia. Os equipamentos, ao mesmo tempo que são oferecidos a preços cada vez menores, disponibilizam ao usuário médio recursos cada vez mais sofisticados, assim como maior qualidade de imagem e facilidade de uso. A simplificação dos processos de captação, armazenagem, impressão e reprodução de imagens proporcionados intrinsecamente pelo ambiente digital, aliada à facilidade de integração com os recursos da informática, como organização em álbuns, incorporação de imagens em documentos e distribuição via Internet, têm ampliado e democratizado o uso da imagem fotográfica nas mais diversas aplicações. A incorporação da câmara fotográfica aos aparelhos de telefonia móvel têm definitivamente levado a fotografia ao quotidiano particular do indivíduo.
Dessa forma, a fotografia, à medida que se torna uma experiência cada vez mais pessoal, deverá ampliar, através dos diversos perfis de fotógrafos amadores ou profissionais, o já amplo espectro de significado da experiência de se conservar um momento em uma imagem.
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